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terça-feira, 17 de dezembro de 2024

A Fotografia Como Expressão do Conceito


A Fotografia como Expressão do Conceito
Arlindo Machado


A constante dúvida estimula a procura da Obra e nela o trabalho seguinte. Neste texto de Arlindo Machado percorremos a Dúvida em busca do Conceito. Existirá um conceito por detrás de cada fotografia.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Apenas - Um sitio fantástico

© Keith Johnson. Untitled, 2000. 15 x 15 inches. Chromogenic color print. Keith Johnson acts as a visual anthropologist who examines the bizarre and comical banalities of roadside attractions through color, form, and ironic happenstance.

Deixo-vos com o "link" e sem nenhum comentário. A avaliação será vossa.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Fotografia por celular: questionando novas práticas e dinâmicas de comunicação

Pois é, quando alguns anos atrás com ar um pouco lacónico, a alguns elementos de uma antiga instituição de prática e ensino da Fotografia eu dizia " bem, há mais inscrições nos cursos de fotografia para aprenderem a fotografar... com o telemóvel. Riram-se, eu também.
Mas, bem vistas as coisas, o telemóvel é bem mais responsável que qualquer marca ou proposta de câmara fotográfica para a democratização da fotografia. Ao lado de Karla Schuch Brunet quanto ao peso que os telemóveis com câmara tiveram na sua relação com a câmara criada por George Eastman.

O telemóvel pode até, ser responsável por uma certa mediocratização da mesma, mas aí, outros factores merecem interesse e observação para um melhor entendimento do facto.
Por mediocratização entenda-se, democratização da mediocridade. Assumo a criação e utilização da expressão.

Karla Schuch Brunet, da Facom/Universidade Federal da Bahia através de de uma interessante dissertação faz-nos percorrer o quão instantâneo quanto efémero percurso que à fotografia obtida com telemóvel, é dado.


"A fotografia por celular tornou-se a foto do momento, de guardar uma experiência passada e revivê-la segundos depois. O passado na fotografia por celular é instantâneo e esticado por alguns segundos mais. Diferente um pouco de passado na fotografia tradicional atribuído por Roland Barthes (1984). Aquelas eram fotos de um passado longínquo, extinguido pela distância e tempo, funcionavam como uma prova de que algo existiu. Esta instantaneidade do tempo passado pode ser exemplificada pela expressão usada por Rob Shields (2007), em seu texto “Mobile Phone Imaging as Gesture and Momento”9: “Look! Its us 5 seconds ago!”10." in Fotografia por celular: questionando novas práticas e dinâmicas de comunicação

sábado, 27 de setembro de 2008

Fotografia Erótica

Juliet and Margareth, 1948 - Man Ray

Fotografia Erótica - Célia Mello

http://www.fotografiacontemporanea.com.br/arquivos/artigos/3330112B/%7B9D5F6ED3-E0C0-4019-A79F-588F75A5ADCB%7D_pdf.pdf

Menos de meia-duzia de páginas para ler. Nele Célia Mello explana as suas ideias em torno de um tema com milhões de fotos e alguns milhares de textos já escritos.
Um tipo de fotografia, um género. Mas vendável e intensamente publicada, perde muita da sua representação estética no confronto com os "pensamentos ocultos" a que cada um se ligará, criador e observador percorrerão caminhos próximos na análise de uma imagem sem nunca se tocarem, tal e qual não (?) tocarão o objecto de representação.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Fotografia E Experiência Estética

Fotografia e experiência estética: a superação do efêmero no fotojornalismo contemporâneo
Ana Elyzabeth de Araujo Farache


"A presente dissertação faz uma reflexão sobre a relação entre fotografia jornalística e experiência estética, partindo da análise de uma das imagens produzidas em 2004 durante o massacre em uma escola de Beslan, na Rússia, e distribuída mundialmente pela agência Reuters. Apoiada na minha própria experiência e na repercussão causada pela imagem em tantas outras pessoas, destaco que, em determinadas circunstâncias, a fotografia jornalística produz um sentido que extrapola os limites mais imediatos do racional. Assim, foram investigados e configurados elementos presentes na imagem fotográfica passíveis de estimular o espectador a uma experiência estética. Uma experiência que suplanta a rotineira e que é capaz de nos tirar do entorpecimento no qual nos encontramos, tão frequentemente, diante da proliferação e banalização midiática da imagem, verificável no contemporâneo. Nesse caminho, detive-me em conceitos como os de tragédia e catarse, nos estudos da estética, memória e imaginação, e, ainda, na reflexão sobre a perplexidade humana diante da morte. Persegui, então, nas diversas imagens selecionadas, as associações de elementos que intensificam a produção de um sentido que reverbera, mais intensamente, no nosso mundo interior."




Uma dissertação que desafia a nossa avaliação da vida e da morte e dessa forma da importância de alguma fotografia ou dos nossos próprios discursos em torno desta ou daquela fotografia. Dos nossos discursos perante a vida e a morte. A fotografia da "Mãe de Beslan" que tocou Ana Farache não é a minha escolhida, aqui fica a que eu escolhi. Os interessados encontrarão a fotografia referida por Ana Farache no contexto da sua dissertação.