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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Olho, máquina e coração

Começamos com um texto muito interessante e que pode ser descarregado da "Biblioteca on-line de ciências da comunicação" da Universidade da Beira Interior.

Em quatro páginas de texto e num trajecto em que se serve da literatura e do cinema, a autora, Amália Creus vai dissecando algumas das razões sem razão porque fotografamos e decidimos que é esta a fotografia e não outra.


"Olho, máquina e coração"
Um estudo sobre as imagens fotográficas e sua relação com a memória e a
afetividade
Amalia Creus

https://arquivo.bocc.ubi.pt/pag/creus-amalia-olho-maquina.pdf



ESTA ENTRADA ACONTECEU A PRIMEIRA VEZ EM AGOSTO DE 2008

Foi agora repetida para que se corrigisse o endereço de acesso ao DOCUMENTO

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

A Fotografia Como Expressão do Conceito


A Fotografia como Expressão do Conceito
Arlindo Machado


A constante dúvida estimula a procura da Obra e nela o trabalho seguinte. Neste texto de Arlindo Machado percorremos a Dúvida em busca do Conceito. Existirá um conceito por detrás de cada fotografia.

terça-feira, 19 de julho de 2011

FOTOGRAFIA E TEMPO: VERTIGEM E PARADOXO

CLÁUDIA LINHARES SANZ

"Resumo
A atualidade está, cada vez mais, saturada de fotografias e esvaziada de duração. Nesse sentido, a experiência temporal parece ser o elemento central pelo qual se efetuam as transformações da subjetividade contemporânea e essa alteração é acompanhada de uma alteração também significativa na produção imagética, sobretudo fotográfica. A fotografia que, pelo menos desde o final do século XIX, faz parte de um patrimônio coletivo, narrado e transmitido através de gerações, se transforma de modo significativo nesse novo contexto. Para pensar as inéditas dimensões dessa experiência é necessário, portanto, tratar a fotografia não como simples representação do tempo, ou síntese espacial, mas como, ela própria, experiência de cunho temporal, reunindo tanto uma dimensão epistemológica e cronológica, quanto uma dimensão existencial e anacrônica."

Espero que, ao lerem o resumo com que Cláudia Sanz abre o seu trabalho, sintam o desafio que me agarrou para a leitura de uma penada de algo que me entusiasma na fotografia, a sua relação com o Tempo. E, se na minha forma de corporizar a ideia de relação entre Tempo e Fotografia abri mão de uma frase que me acompanha desde há alguns anos "A Fotografia é o percurso da Luz no Tempo", Cláudia Sanz leva-nos ao encontro dos muitos tempos de que é feita a Fotografia. 


Aqui deixo o endereço onde podem descarregar o texto completo

sábado, 19 de março de 2011

ACTUALIDADE

O recente sismo no Japão e o consequente momento de terror que um Tsunami e um acidente que põe em causa a segurança de uma central nuclear centram as atenções de diferentes formas de produção de informação. A Fotografia é nesta altura um dos processos de retenção da memória que domina os acontecimentos. E, quem as publica tira daí os respectivos dividendos.

Uma foto ocupa km2 de impressão em papel, parece mesmo não haver outras. Um interessante debate surge então na relação directa com a profusão da repetida utilização da mesma foto.
"Petite rhétorique de l’image médiatique" por Audrey Leblanc,

http://culturevisuelle.org/clindeloeil/2011/03/18/petite-rhetorique-de-limage-mediatique/,  titula uma análise que não exaustiva sobre a questão. 

Diversas opiniões são apresentadas e em

http://www.strategies.fr/actualites/diaporamas/158313W/la-jeune-fille-et-la-mort.html mais uma pode servir de apoio a quem queira teorizar sobre a questão.





Perante o trajecto e a chegada desta fotografia aos leitores uma coisa me parece, ou há poucos fotógrafos e a agência tem o retorno que uma foto bem vendida proporciona. Ou os fotógrafos mexem-se pouco e acabam a olhar todos para a mesma coisa. Neste caso é mais fácil não enviar fotógrafos para o "milieu" das coisas. É mais fácil a venda a retalho e assim uma foto boa (?), porque nos apresenta um momento específico. Mas se até beijos foram encenados...
Reconheço a imensa capacidade de editores e responsáveis editoriais em utilizarem as imagens que mais naturalmente reflectem a intensidade do momento. E aí, desculpem mas numa primeira observação e até que me demonstrem o contrário, o fotógrafo orquestrou a situação. Quanto mais não seja o velho método. "Vai pr'ali." Nada a opor mas muito a desejar, para um discurso de dramatismo só faltou sujar o cobertor com um pouco de terra.

A fotografia está referenciada no lançamento


e tem esta apresentação no original

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Persuação Revelada

Uma dissertação de mestrado em torno da questão da Fotografia na Publicidade
Persuasão Revelada
A subversão da mensagem publicitaria pela imagem fotográfica (Maurício Pinheiro da Silva)

                                          Oliviero Toscani


Uma proposta que aqui deixo que julgo será pelos possíveis leitores, apreciada.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Fotografia

Durante anos aceitei como “dogma” ser valor assumido de uma fotografia o conter em si mais de mil palavras. Folheada página e mais página de muito boa literatura entendi o desnecessário acrescento de uma qualquer fotografia. Em contra-ponto, principalmente nos anos de adolescência, ficava entusiasmado quando num qualquer livro de uma qualquer aventura, via surgir a gravura como forma de ilustração.
Tornado apreciador de Banda Desenhada apreciei com prazer o discurso do texto ilustrado. Com o tempo não perdi o interesse, mas mudei meus hábitos de leitura.
Fruto de uma ligação que se intensificava, com o passar dos anos, às questões da Fotografia, o ensaio passou a dominar o espaço que dedicava à leitura.
Ensaio, teses de mestrado ou douturamento eram por assim dizer a ocupação de todo um espaço temporal e analítico que fizeram de mim, e a avaliação é minha, um interessado e talvez conhecedor das questões à Fotografia associadas. As modas, o valor, o entusiamo, a qualidade, as estéticas, o lixo, o que gostava e também o que detestava assentou num percurso feito pelo mudar das décadas, pela transição do século e daí de um milénio que viu surgir novas tecnologias nos mais variados campos e a que a Fotografia havia de estar associada.
A Fotografia muda de principio tecnológico. A Fotografia sustenta então a sua produção num meio tecnológico que altera intensamente a prática da mesma. O Digital surge e toma conta da quase totalidade do processo de produção da imagem dita Fotográfica.
Aos meios que até aí tinham servido a essa produção resta-lhes uma reduzida franja de realização originando encerramento e desaparecimento de marcas até aí dominantes no mercado. Durante algum tempo a vorajem dos dias vai assistir a convulsões de mercado que suscitam imensas dúvidas quanto ao futuro da hoje denominada Fotografia Analógica.
Antecedendo esta fase tinha sido meu entendimento que se o Futuro era Digital tal não significaria o funeral de um sistema que atravessara um século e estava ligado a grandes transformações do pensamento e da atitude do século XIX. Uma saída se me afigurava, o produto iria ter custos mais elevados, e as propostas seriam mais reduzidas. Mas a Fotografia que atravessara todo o sec. XX sobreviveria e até acreditava continuaria a dar-nos novas propostas. Assim aconteceu.
Os materiais destinados à produção de fotografia analógica surgem já não todos os dias, mas quase ciclicamente são apresentados novos materiais, uns para consumo de entrada com características muito interessantes para quem se inicia na magia da câmara escura outros de altissima qualidade fazem o seu aparecimento. E, se algumas marcas embelemáticas tiveram o seu desaparecimento, é quase desafiadora a forma como logo a seguir surgem projectos para dar corpo a novas propostas.
Assim, numa coexistência outrora impensável, encontramos grupos dedicados ao trabalho mais clássico, logo ao lado um outro grupo associa o digital à produção de ideias já vistas em outras épocas mas a que o tratamento com um qualquer programa de tratamento digital, vem abrir novos caminhos na sua execução.
O mercado vai gradualmente estabilizar nas propostas que apresenta (não é indiferente ao momento de crise económica que atrevessa) e assim teremos mais tempo para definir as àreas ou a temática que interessará mais a cada autor e permitindo ainda, dimensionar a importância de cada área de produção.
A Fotografia é um mundo para lá da rede e das redes sociais são biliões de imagens em circulação e a selecção será feita por forma a satisfazer interesses vários e que ultrapassam em muito o espaço da movimentação individual. A Fotografia está na sua hora H e o autor vai ter de desbobrir o seu dia D.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O efémero e o perpétuo na fotografia

Um livro e uma apresentação. O autor de " Os Tempos da Fotografia – O Efêmero e o Perpétuo " apresentado por José Reinaldo Martins. Um pequeno texto que nos dá a conhecer uma temática que me desafia. A Fotografia e sempre. "o percurso da Luz no Tempo" uma proposta que aqui deixo.

Descarregável em PDF da ligação

© António Campos Leal

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

HISTOIRES DE LA PHOTOGRAPHIE, HISTOIRE DE PHOTOGRAPHIES

Todos os que de uma forma ou de outra nos entusiasmamos com o percurso histórico da Fotografia ficamos perplexos com os muitos momentos que desconhecemos dessa mesma história. Aqui e ali cada nação deu através dos seus entusiastas, contributos vários para o evoluir técnico e estético de um processo que serve (espera-se) à retenção da memória e sentir dos habitantes de um planeta carregado de momentos históricos.

Daniel Girardin, através do texto que titula esta colocação reflecte sobre momentos e autores que abordaram questões da Fotografia.

http://www.elysee.ch/fr/education/articles/article/back_to/articles/feed/histoires-de-la-photographie-histoire-de-photographies/

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Importância do Processo Fotográfico

Muitas dúvidas por vezes atacam os que ao ensino da Fotografia estão ligados. A velocidade a que hoje sucedem as mudanças tecnológicas baralham os mais prevenidos. Por mim sempre assumi a defesa do ensino do conhecimento a que o processo fotográfico está ligado. A fotografia digital sendo tecnologia que favorece a execução de tarefas que de outra forma seriam prolongadas e em tempo cada vez menos útil não pode ser entendida como dominadora sobre uma aprendizagem ancorada em conhecimentos mínimos de anteriores processos.
Assim aqui fica um trabalho que deixo à consideração dos interessados.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Inocencia e Experiencia Fotográfica na Obra de Abelardo Morell

https://www.moma.org/collection/browse_results.php?criteria=O%3AAD%3AE%3A6917&page_number=2&template_id=1&sort_order=1&artistFilterInitial=O


Muito interessante esta abordagem da obra de Abelardo Morell, em três páginas Andy Grundberg percorre a obra de Abelardo de forma simples facilitando o entendimento da própria Fotografia

http://www.abelardomorell.net/pdf/A.Grundberg_portuguese_04.pdf

quinta-feira, 30 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Fotografia e Modernidade - Frederico Lopes

Este trabalho de Frederico Lopes titulado "Fotografia e Modernidade" abre a observação sobre a Fotografia criando trajectos para a observação de uma modernidade que entenda-se por vezes não encontro no texto. A referência intensa a momentos e autores centraliza-se no século XIX perturbando no meu entender a modernidade que o final do século XX reforçou.

Nomes como:

Berenice Abbott (July 17, 1898December 9, 1991),
Ansel Easton Adams (February 20, 1902 – April 22, 1984)
Nobuyoshi Araki (荒木 経惟 ,Araki Nobuyoshi?, born May 25, 1940 in Tokyo
Diane Arbus (March 14, 1923July 26, 1971)
Richard Avedon (May 15, 1923October 1, 2004)
Edouard Boubat (September 13, 1923, Paris, France – June 30, 1999, Paris)
Cindy Sherman (born January 19, 1954 in Glen Ridge, New Jersey)
Abelardo (Abe) Morell (born Havana, Cuba, 1948)
Mario Testino (born 30 October 1954 in Lima, Peru)
Herbert Ritts (August 13, 1952 – December 26, 2002)
Imogen Cunningham (April 12, 1883 - June 24, 1976)
Robert Mapplethorpe (November 4, 1946 – March 9, 1989)
Duane Michals (born February 18, 1932)

E só para citar alguns; são os que servem de referêcia à Fotografia Contemporânea. Mas a discordância não invalida a leitura do trabalho para com mais segurança ser entendida a posição e o estudo da própria Fotografia. Talvez o título seja o grande responsável pela minha divergência, pois a leitura do trabalho torna-se interessante e não deixa de ser importante para o entendimento do espaço ocupado pela Fotografia na Cultura Moderna.

Aponho ainda os endereços:


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O Neorealismo na Fotografia Italiana

LOS ITALIANOS SE GIRAN
Mario de Biasi
Milán, 1954

Mario de Biasi - Pietro Donzelli - Mario Giacomelli - Nino Migliori
Enrico Pasquali - Federico Patellani - Tino Petrelli - Franco Pinna
Fulvio Roiter - Enzo Sellerio
Razões e motivações várias determinaram o percurso estético deste conjunto de fotógrafos italianos. O momento socio-politico envolveria o processo gerador de fotografias que servirão elas mesmas para representar a história.
Uma visita cuidada a este endereço enriquecerá o nosso conhecimento da História da Fotografia e porque não, do conhecimento da História.

sábado, 27 de setembro de 2008

Fotografia Erótica

Juliet and Margareth, 1948 - Man Ray

Fotografia Erótica - Célia Mello

http://www.fotografiacontemporanea.com.br/arquivos/artigos/3330112B/%7B9D5F6ED3-E0C0-4019-A79F-588F75A5ADCB%7D_pdf.pdf

Menos de meia-duzia de páginas para ler. Nele Célia Mello explana as suas ideias em torno de um tema com milhões de fotos e alguns milhares de textos já escritos.
Um tipo de fotografia, um género. Mas vendável e intensamente publicada, perde muita da sua representação estética no confronto com os "pensamentos ocultos" a que cada um se ligará, criador e observador percorrerão caminhos próximos na análise de uma imagem sem nunca se tocarem, tal e qual não (?) tocarão o objecto de representação.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Fotografia E Experiência Estética

Fotografia e experiência estética: a superação do efêmero no fotojornalismo contemporâneo
Ana Elyzabeth de Araujo Farache


"A presente dissertação faz uma reflexão sobre a relação entre fotografia jornalística e experiência estética, partindo da análise de uma das imagens produzidas em 2004 durante o massacre em uma escola de Beslan, na Rússia, e distribuída mundialmente pela agência Reuters. Apoiada na minha própria experiência e na repercussão causada pela imagem em tantas outras pessoas, destaco que, em determinadas circunstâncias, a fotografia jornalística produz um sentido que extrapola os limites mais imediatos do racional. Assim, foram investigados e configurados elementos presentes na imagem fotográfica passíveis de estimular o espectador a uma experiência estética. Uma experiência que suplanta a rotineira e que é capaz de nos tirar do entorpecimento no qual nos encontramos, tão frequentemente, diante da proliferação e banalização midiática da imagem, verificável no contemporâneo. Nesse caminho, detive-me em conceitos como os de tragédia e catarse, nos estudos da estética, memória e imaginação, e, ainda, na reflexão sobre a perplexidade humana diante da morte. Persegui, então, nas diversas imagens selecionadas, as associações de elementos que intensificam a produção de um sentido que reverbera, mais intensamente, no nosso mundo interior."




Uma dissertação que desafia a nossa avaliação da vida e da morte e dessa forma da importância de alguma fotografia ou dos nossos próprios discursos em torno desta ou daquela fotografia. Dos nossos discursos perante a vida e a morte. A fotografia da "Mãe de Beslan" que tocou Ana Farache não é a minha escolhida, aqui fica a que eu escolhi. Os interessados encontrarão a fotografia referida por Ana Farache no contexto da sua dissertação.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Penso, logo existo

"Este workshop pretende demonstrar os princípios básicos da fotografia, que, ao contrário do que se pensa, têm alguns séculos de idade. Durante o workshop serão construídas as câmaras com simples caixas de cartão ou metal, e tinta, e as fotografias com elas tiradas serão reveladas num laboratório tradicional. As restrições deste tipo de fotografia transformam-se, com a experimentação, em infinitas possibilidades e os resultados são quase sempre surpreendentes."
in divulgação de "workshop" dedicado à fotografia "pinhole"

Pois é, para algumas mentes a fotografia tem alguns séculos. Na ânsia de atropelar conhecimentos ou ignorância confundem o conhecimento ou melhor dizendo "a busca do conhecimento" do que à luz diz respeito, com a fotografia. Em seguida surgem "workshops" "atlieres" "oficinas" em orientadores avalizados desorientam o conhecimento dos que afinal pagam o direito a aprender. Qualquer um dá início a uma actividade para que se julga habilitado e busca mais uns cobres no engodo dos incautos. Todo o mundo é hoje orientador e formador de fotógrafos, mas, hoje todos são fotógrafos. Hoje qualquer um pega na sua máquina digital último modelo e fotografa, fotografa, fotografa e tantas fotografias e todas tão boas. Quanto a pensar tal não vale a pena. Num momento em que pensar caminha para ser desnecessário e quiçá perigoso poderá ler-se em qualquer sítio da rede que fulano ou cicrano, fotógrafo iniciado recentemente tem no seu acervo a bonita soma de 20 000 (sim vinte mil fotografias) donde poderei concluir que a 9 frames/seg terá gasto pouco mais de 37 minutos da sua vida para tanto trabalho. Pois se não foi necessário pensar.

sábado, 30 de agosto de 2008

A LINGUAGEM DA FOTOGRAFIA


Autor: Clovis Loureiro

A linguagem da fotografia é a linguagem do ver. Do visto. O que, afinal, um fotógrafo expressa é o seu modo de ver o mundo. E podemos ver com mais ou menos inteligência, com mais ou menos sensibilidade, com mais ou menos originalidade, mais ou menos espontaneidade.
Um pequeno mas interessante texto.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Robert Capa - 70 anos após a Guerra Civil



Para quem aprecie a interrogação sobre a certeza.




Onde uma fotografia estende a discussão da história por nove páginas da "Revista Hespañola de Historia Militar"